Iam os dois juntinhos lá atrás com o avô ao volante, trauteando uma cassete da banda punk (...). Mas trocava sempre as letras. Em vez de Era um bom paneleiro, parti-lhe a cornadura e deixei-o na estrada, podia cantar És o meu cavaleiro, vi a tua armadura, o elmo e a espada, e em vez de És uma desgraça, mas és boa como o milho, cantava, Leva-lhe uma graça, que ela é louca pelo filho. Quando Misha e a irmã lhe apontavam os seus erros, o avô fazia um ar muito espantado e aumentava o volume para ouvir melhor, mas quando a música repetia, voltava a cantar da mesma maneira.
Adaptado de "A História do Amor", de Nicole Krauss, supostamente uma pessoa que "caminha a passos largos para a galeria dos mais importantes escritores americanos", mas que até agora pouco me atraiu. Vou a 2/3 do livro e ainda há muito para perceber, mas sim, fala da História do amor, um livro escrito por uma das personagens, não uma história sobre a história de duas pessoas, ou três, enamoradas.
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3 comments:
Agora é k sim! Vai ser postar até Mai não à conta de duas Joanas.E a Tat quando puder, mas perante esta determinação das Jotas Efes parece-me que estas preencherão mais vezes este espaço! Mas bem, Joana II,muito bem, a ler, a querer trocar ideias e experiências, TÁ BEM MIÚDA!JC
Jotas Efes é um super nome!!
Acabo de ouvir bocas do João e do Rui sobre ser bióloga e não fazer nada só porque já postei mais vezes do que eles... Isto dito assim...
(Pausa...O joão passou por mim e eu tive de fechar a janela para ele não vir comentar mais...)
Isto dito assim parece mal. Não, eu só aqui venha nas horas vagas. Que para já não são poucas, é verdade, mas a culpa não é minha.
Agora é que vai ser VOMVAR já diria o nosso Grace!!
Não ligues ao bioquímicos isso é gente torcida (já diriam os Gato Fedorento, na altura referindo-se aos filhos únicos, mas aqui tb se aplica muito bem:p), são só ciúmes!!!
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