Monday, April 28, 2008
Saturday, April 12, 2008
Muito Espectacular!!!
Para todos nós que temos gatinhos, olhem só o que eles fazem para lhes darmos a papinha!!! Kiko, Gordie, Fofinha, Xitombi e Ervilhinha.......todos no seu melhor (Patusquinho creio que não fazia isto...)!! Achei o filme simplesmente maravilhoso!!!
Monday, April 07, 2008
Não.. não é o orgasmo científico da semana!!
Não venho falar da minha experiência fantástica no lab... que, quem sabe destas coisas.. denominou de orgasmo científico ;)
Usem e abusem destas dicas...
1. Bom, bom - era seres coxa... E usares aqui a bengala!
2. Que sapatos tão giros... E por falar em sapatos... Vai uma queca?
3. Oh cadela! Mandava-te uma à cão!
4. Oh jeitosa! Deves ser é bruxa ou assim... Acredita! É que consegues levantar as coisas sem sequer lhes tocares...
5. Belas pernas! A que horas é que abrem?
- Quando se trata do engate com base nos argumentos -
6. Oh boa! Quem me dera estar com os copos... Pra te ver a dobrar!
7. Com umas bóias dessas... O Titanic não tinha afundado...
8. Se o teu cu fosse uma torrada... Era preciso um remo para lhe passar manteiga!
9. Oh filha! Com menos cú também se caga!
10. És como as contas que chegam a minha casa: deixas-me teso.
11. Eu sou o lápis. E tu o afia. Vai daí... Fazes-me um bico?
12. Oh boneca... Vai uma queca?
13. Ó estrela, queres Cumeta?
- Os menos gravosos -
14. És tão boa que o teu chulé deve cheirar a água de rosas.
15. Eu por ti viro trampolim. Queres saltar-me em cima?
16. Isto não é suor. É o amor por ti que me sai por todos os poros.
17. Até te ver também eu não acreditava em amor à primeira vista.
- Os Clássicos -
18. Ó jóia vem aqui ao ourives.
19. A tua mãe deve ser uma ostra, para ter tido uma pérola como tu!
20. Amei-te assim que olhei para ti. E tu, queres-me amar?
21. Acreditas em Amor à primeira vista ou tenho que passar depois?
22. És boa como ó milho.
23. És como um helicóptero! Gira e Boa..!
Usem e abusem destas dicas...
- Quando não se quer estar com rodeios -
1. Bom, bom - era seres coxa... E usares aqui a bengala!
2. Que sapatos tão giros... E por falar em sapatos... Vai uma queca?
3. Oh cadela! Mandava-te uma à cão!
4. Oh jeitosa! Deves ser é bruxa ou assim... Acredita! É que consegues levantar as coisas sem sequer lhes tocares...
5. Belas pernas! A que horas é que abrem?
- Quando se trata do engate com base nos argumentos -
7. Com umas bóias dessas... O Titanic não tinha afundado...
8. Se o teu cu fosse uma torrada... Era preciso um remo para lhe passar manteiga!
9. Oh filha! Com menos cú também se caga!
10. És como as contas que chegam a minha casa: deixas-me teso.
- O engate da rima-
11. Eu sou o lápis. E tu o afia. Vai daí... Fazes-me um bico?
12. Oh boneca... Vai uma queca?
13. Ó estrela, queres Cumeta?
- Os menos gravosos -
15. Eu por ti viro trampolim. Queres saltar-me em cima?
16. Isto não é suor. É o amor por ti que me sai por todos os poros.
17. Até te ver também eu não acreditava em amor à primeira vista.
- Os Clássicos -
18. Ó jóia vem aqui ao ourives.
19. A tua mãe deve ser uma ostra, para ter tido uma pérola como tu!
20. Amei-te assim que olhei para ti. E tu, queres-me amar?
21. Acreditas em Amor à primeira vista ou tenho que passar depois?
22. És boa como ó milho.
23. És como um helicóptero! Gira e Boa..!
Ihhh:)
Saturday, April 05, 2008
Colegas de trabalho!!
O colega do lado (por Maria João Lopo de Carvalho)
"Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família,quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada. É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê.'Ai, você hoje está linda...', 'Acha dr?', 'Não acho, tenho a certeza,brilha como a lua).O ambiente de trabalho é assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata quem é fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão. Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico - desafie-se o poder! Mas como perder ninguém quer, ligamos acompetição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja forte demais e excitante demais para a conseguirmos abafar. (...) Há sempre um gajo porreiro em que nós escudamos e que, de facto, não nos quer tramar às primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para a direita, ora amanteiga para a esquerda - é o gajo que quando a coisa corre bem foi ele próprio que a fez (é 'muita bom'), quando corre mal, fomos nós, pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente não acreditámos no seu teatro. Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena,bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam 'menor', baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na 'porra' do dossiê. Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno,mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada,mas para tramar o colega do lado aqui vai disto. Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa. Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor. É com 'vasos' destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro,a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de 'ambiente' no trabalho!"
Friday, April 04, 2008
A palavra mais versátil da língua portuguesa
" Merda "
Chega-se à conclusão que deve ser a palavra mais versátil da língua portuguesa!!!!
O uso do vocábulo merda é uma questão de educação. Ninguém pode negar que o utilizamos para múltiplas circunstâncias, relacionadas com muitíssimas coisas.
Por exemplo:
Orientação geográfica:
-Vai à merda!
Adjectivo qualificativo:
-Tu és uma merda!
Momento de cepticismo:
-Não acredito nesta merda!!!
Desejo de vingança:
-Vou fazer-te em merda!!!
Acidente:
-Já fizeste merda!
Efeito visual:
-Não se vê merda nenhuma !!!
Sensação olfactiva:
- Cheira a merda...
Dúvida na despedida:
- Por que não vais à merda?
Especulação de conhecimento
- Que merda será isto?
Momento de surpresa:
- Merda !?!?!
Sensação degustativa:
-Isto sabe a merda!
Desejo de ânimo:
- Rápido com essa merda!!!
Situação de desordem:
- Isto está uma merda!!!
Rejeição, despeito:
- O que é que esse merdas pensa?
Para descobrir o paradeiro de qualquer coisa:
- Não sei onde foi parar aquela merda...
Interjeição comum:
- Que merda!!!
Crise das 17h30:
- Vou-me embora desta merda!!!
Chega-se à conclusão que deve ser a palavra mais versátil da língua portuguesa!!!!
O uso do vocábulo merda é uma questão de educação. Ninguém pode negar que o utilizamos para múltiplas circunstâncias, relacionadas com muitíssimas coisas.
Por exemplo:
Orientação geográfica:
-Vai à merda!
Adjectivo qualificativo:
-Tu és uma merda!
Momento de cepticismo:
-Não acredito nesta merda!!!
Desejo de vingança:
-Vou fazer-te em merda!!!
Acidente:
-Já fizeste merda!
Efeito visual:
-Não se vê merda nenhuma !!!
Sensação olfactiva:
- Cheira a merda...
Dúvida na despedida:
- Por que não vais à merda?
Especulação de conhecimento
- Que merda será isto?
Momento de surpresa:
- Merda !?!?!
Sensação degustativa:
-Isto sabe a merda!
Desejo de ânimo:
- Rápido com essa merda!!!
Situação de desordem:
- Isto está uma merda!!!
Rejeição, despeito:
- O que é que esse merdas pensa?
Para descobrir o paradeiro de qualquer coisa:
- Não sei onde foi parar aquela merda...
Interjeição comum:
- Que merda!!!
Crise das 17h30:
- Vou-me embora desta merda!!!
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